Parto

Dia das Mães 1024 184 Andre

Dia das Mães

A Carmem é mãe. Tem dois filhos e uma história marcada pela Pré-eclâmpsia e Síndrome de Hellp, mas que ganhou cores, com um lindo arco-íris. Conheça e inspire-se! A informação pode salvar vidas.

Mãe Que Ama deseja a todas as mamães muitos e bons momentos com seus filhos, repletos de saúde, ensinamentos e amor!

Agradecimentos especiais:

– À mamãe Carmem, ao papai Pedro e a Manu que nos receberam em sua casa para a gravação deste depoimento.

– À Andreia Gonçalves, moderadora do Grupo do Facebook “Vencendo a Pré Eclâmpsia”, que nos apresentou essa história.

 

Feliz Dia das Mães!

www.maequeama.com.br

Dia dos Pais 1024 184 Carol

Dia dos Pais

Mãe Que Ama deseja a todos os pais muitos e bons momentos com seus filhos, repletos de saúde, ensinamentos e participação ativa!

Agradecimentos especiais:

– Ao papai Pedro, a mamãe Carmem e a Manu que nos receberam em sua casa para a gravação deste depoimento.

– A Andreia Gonçalves, moderadora do Grupo do Facebook “Vencendo a Pré Eclâmpsia”.

Feliz Dia dos Pais!

O que levar para a maternidade no dia do parto? 1024 184 admin

O que levar para a maternidade no dia do parto?

Essa é uma dúvida que sempre surge quando o dia do parto está chegando. Como é melhor prevenir do que remediar, Mãe Que Ama resolveu trazer pra você dicas do que pode ser útil no grande dia de dar à luz ao seu baby.

A melhor coisa a fazer primeiro é uma lista. Pode ser a mão, ou escrever no computador e imprimir, mas é importante tê-la para certificação de que está tudo certo. Tipo dando um sinalzinho de “check” (✔) ao lado de cada item, sabe?

Vamos aos itens, então:

MALA DA MÃE NO DIA DO PARTO

  • Camisolas ou pijamas com abertura na frente
    Essas roupas são para facilitar a amamentação. Leve, ao menos, 3 trocas – elas podem se sujar com sangramentos pós-parto.
  • Roupas íntimas confortáveis
    Muito importante também, afinal, o parto não é conhecido por ser uma coisa “meeega” agradável, né? Logo, dê preferência para calcinhas e sutiãs que você já sabe e tem certeza de seu conforto. Seja parto normal ou cesárea, você vai precisar de absorventes enormes. Leve umas 5 mudas.
  • Roupas confortáveis de ficar em casa.
    Robes ou penhoares são opções confortáveis e interessantes para levar para o hospital, pois, você também deve receber visitas e precisar se deslocar pelos corredores.
  • Pantufas, chinelos e sandálias de dedo
    Mais conforto, por favor.
  • Meias e mantas quentes
    Para assegurar-se de que não vai passar frio.
  • Sutiãs e almofadas especiais para amamentação
    Recomenda-se, igualmente, creme de lanolina para mamilos sensíveis.
  • Artigos de higiene pessoal e cosméticos
    Aqui vale tudo: escova, pasta de dente, pente, xampu, condicionador, sabonete e etc. A maternidade pode até oferecer esses itens, porém, você preferirá os produtos que já usa normalmente. Pode levar também um batom, pois não vão faltar pessoas querendo registrar o momento 😀
  • Absorventes
    Os sangramentos são normais depois de se ter um filho, seja ele de cesariana ou não. Absorvente é outra coisa que os hospitais podem oferecer, mas leve pelo menos uma embalagem do tipo noturno só por precaução.
  • Lista com os números de pessoas importantes
    Claro que talvez você já tenha isso em seu celular ou do seu cônjuge, mas é sempre bom lembrar que algumas pessoas devem ser avisadas que “a hora chegou”.
  • Livros e revistas
    Excelentes opções para passar o tempo ocioso.
  • Hidratante labial
  • Arquivo/notas de hospital
  • Carteira do plano de saúde (se tiver)
  • Outros documentos pessoais

E, caso tenha, plano de parto.

MALA DO BEBÊ PARA O DIA DO PARTO

Os seguintes itens são bons levar cerca de meia dúzia cada só pra garantir o melhor e que nada
falte, seja qual for a situação.

  • Macacões tamanho RN
  • Bodies ou camisas tipo pagão
  • Calças com pé (mijão)
  • Paninhos de boca
  • Pares de meias

Também é bom levar uma manta de algodão e um casaquinho de lã (melhor aqueles com botões na frente e que não tenham que passar pela cabeça). Essa preocupação deriva do aconselhamento médico de que é preciso manter os bebês aquecidos depois que saíram do útero. Então gorrinhos e luvinhas podem ser bem-vindos.

Na dúvida, não hesite ao pedir informações às enfermeiras na hora das primeiras mudas de roupas. Verifique também se sua maternidade fornece fraldas. Se não, leve algumas dezenas do tamanho recém-nascido.

É bom fazer essas malas por volta da 36ª ou 37ª semana de gestação. Assim você tem menos coisas para pensar na (normalmente tensa) hora da chegada. Dica: lave tudo muito bem antes com sabão neutro ou de coco.

Gostou? A gente espera ter ajudado um pouco você a se preparar nessa época tão importante na vida de qualquer mulher.

Qualquer dúvida, pode comentar que esse espaço é pra você!

#MãeQueama

Entenda mais sobre a Síndrome dos Anticorpos Antifosfolipídeos 1024 184 admin

Entenda mais sobre a Síndrome dos Anticorpos Antifosfolipídeos

A Síndrome dos Anticorpos Antifosfolipídeos ou Anti-Fosfolipídicos (SAF), ou mesmo síndrome de Hughes, é uma doença crônica que não possui origem/causa conhecida.

Grupos de risco da Síndrome dos Anticorpos Antifosfolipídeos

  • Fumantes.
  • Obesos.
  • Sedentários.
  • Elevados níveis de colesterol e triglicerídeos.
  • Uso de hormônios (principalmente estrógenos).
  • Drogas (como a cloropromazina).

Caracteriza-se pela hipercoagulabilidade sanguínea associada à ocorrência de anticoagulante lúpico (LAC) e/ou antifosfolipídeos (aPL), principalmente anticorpos anticardiolipina (aCL). Ou seja, quer dizer que nosso sangue coagula mais nas veias e artérias. Como o sangue está sempre em movimento pelo corpo, isso pode afetar todos os órgãos! A doença é mais frequente em mulheres do que em homens.

Atenção ao estilo de vida e idas recorrentes a médicos são as melhores opções de prevenção. Porém, a presença de anticorpos por si só pode não ser de todo prejudicial. Na verdade, sem a presença de outros sintomas, nem chega a ser caracterizada a síndrome. Entretanto, se você planeja ou está grávida, a formação de coágulo pode representar alguns riscos.

Veja os sintomas dessa doença:

  • Acidente vascular cerebral (AVC ou derrame).
  • Manchas roxas ou brancas, úlceras e nódulos na pele. Gangrena em casos mais extremos.
  • Visão turva ou perda dela.
  • Lesão renal ou sangue na urina caso chegue aos rins.
  • Coágulos no pulmão podem levar à hipertensão pulmonar, dores no peito e falta de ar.
  • Insuficiência cardíaca ou mesmo um sério ataque cardíaco.
  • Tromboflebite (oclusão de vasos sanguíneos superficiais).
  • Micro trombose disseminada (trombos de vasos de pequeno calibre por todo o organismo).
  • E outros que podem variar bastante dependendo da região do corpo em que os coágulos se acentuarem.

Nas grávidas, há outros riscos. Abortos, separação parcial ou completa da placenta do útero antes de o bebê nascer , placenta pequena, encefalopatia, convulsões, acidente vascular cerebral isquêmico, trombocitopenia, anemia hemolítica, leucopenia, hemorragia subaracnóidea e ainda gerar uma síndrome da gravidez conhecida por HELLP: hemólise (destruição dos glóbulos vermelhos), elevação das enzimas hepáticas e plaquetas baixas – “Hemolysis, Elevated Liver Enzymes, Low Platelet Count”.

O tratamento

Segundo a Sociedade Brasileira de Reumatologia, em pacientes que já tiveram aborto prévio, o risco de aborto em uma próxima gestação não tratada é de cerca de 80%. Com tratamento, o risco de aborto cai para menos de 20%. Em caso de anticorpos anti-fosfolipídicos mas não de coágulos de sangue nem abortos, o médico pode recomendar que tome uma dose baixa de aspirina todos os dias. Ou seja, ela afina o sangue, precavendo a formação dos coágulos. Naquelas que têm histórico com coágulos sanguíneos, medicamentos mais fortes como a varfarina podem ser usados.

Entretanto, ele é contraindicado em grávidas por ser prejudicial ao feto. Ele pode induzir malformações congênitas quando utilizados no início da gestação. Portanto, o anticoagulante substituto natural do varfarina é o heparina. O primeiro é ingerido oralmente e o segundo através de injeções. Heparina não apresenta riscos para a mamãe ou para o feto, e pode ser usado após o parto sem prejuízo ao aleitamento. Porém, é recomendável o uso de suplemento de cálcio e vitamina D. Também é recomendado banho de sol 3 vezes por semana por 15 minutos e pequenas atividades físicas.

Ainda segundo a Sociedade, “a lista de medicamentos que podem interferir na ação dos anticoagulantes orais é extensa. Consulte sempre o médico antes de fazer uso de qualquer medicação. Você poderá usar o medicamento que for indicado, desde que haja um controle rigoroso da sua interferência com a anticoagulação oral.”

Tipos de síndrome dos anticorpos antifosfolipídeos

Existem dois tipos de síndrome dos anticorpos antifosfolipídeos: a primária e a secundária. Pessoas com a sua versão primária não têm qualquer outra doença associadas à síndrome.  Porém, a secundária se associa a outra doença imune. Ou seja, tal como o lúpus ou a uma infecção viral.

Parte da comunidade médica acredita que alguns medicamentos como o já citado cloropromazina, são responsáveis pela síndrome. Infelizmente, por ainda não se ter a causa comprovada, essa doença é sempre cercada de incertezas. Entretanto, não importando a versão adquirida, uma pessoa, com o devido acompanhamento médico, possui uma vida relativamente normal e sem problemas.

Curtiu essa matéria? Tem muito mais em nosso site, dê uma olhadinha e fique à vontade.

Até a próxima 😉

Veja mais sobre o assunto na sessão: Saúde Mamãe.

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O que é episiotomia? 1024 184 admin
O que é episiotomia

O que é episiotomia?

Episiotomia é um corte cirúrgico de 5 a 6 centímetros feito no momento do parto na região do períneo, que compreende entre o ânus e a vagina.

A episiotomia objetiva facilitar a passagem da criança através do aumento do canal vaginal, também chamado de canal de parto, e evitar laceração ou rasgos. Normalmente é feita com anestesia local quando não houve aplicação prévia de outro tipo anestésico.

Como surgiu a Episiotomia?

A técnica foi criada no século XVIII pelo obstetra irlandês Fielding Ould. Popularizou em meados do séc. XX, quando o ato do parto deixou o ambiente caseiro e passou a ser hospitalizado. Além do desenvolvimento de anestesias e técnicas de esterilização nesse mesmo período.

A cicatrização da  episiotomia costuma ocorrer sem dificuldades e há casos da mulher não precisar levar ponto algum. Ela chegou a ser feita em 90% dos partos normais e se tornou rotina. Esse número passou a cair com o movimento feminista e parto humanizado.  Como resultado, a Organização Mundial da Saúde a declarou como na categoria de “práticas frequentemente utilizadas de modo inadequado”.

Não é toda mulher que precisa disso, pelo contrário: este procedimento só é recomendado atualmente nos casos de rigidez no períneo, parto pélvico (quando o bebê está sentado), sofrimento fetal, macrossomia (excesso de peso do bebê) e parto de prematuros . Todos esses exemplos somados representam apenas 10% dos partos.

Episiotomia no Brasil

Atualmente, no Brasil, mais da metade das mulheres que fazem parto normal também fazem a episiotomia. A taxa normal devia ser de 15%. Tem de haver uma conscientização por parte das mulheres, para que elas possam conversar com seus médicos. E os profissionais mais antigos têm de se atualizar para não usarem a episiotomia em larga escala como era no período de sua formação.

Converse com seu médico e até expresse em seu plano de parto o desejo de não querer fazer isso desnecessariamente. Peça pra ele te passar exercícios físicos adequados que treinem essa região; hoje em dia essa é a melhor opção, treinar de maneira natural para dar condições de o corpo fazer as coisas sozinho.

O diálogo também é muito importante porque na hora do parto, mesmo o médico sabendo que você não quer a episiotomia, ele pode fazê-lo se ver indícios e achar imprescindível.

Saiba mais sobre saúde da mamãe aqui.

E você? Teve filho e realizou esse procedimento? Como foi? #MãeQueAma quer saber. Deixe seu comentário, continue nos acompanhando para mais informações e tudo de bom!