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Dicas para mães de primeira viagem 1024 184 admin

Dicas para mães de primeira viagem

A experiência de ser mãe é única. É, ao mesmo tempo, gratificante e estressante. Para amenizar essa segunda parte menos agradável, organizamos uma série de dicas e conselhos às mães de primeira viagem 😀

Amamentação

Você não irá amamentar a criança imediatamente após o nascimento, logo, não se preocupe com isso. É natural o leite levar em média 72 horas para descer. Esse é mais ou menos o tempo que o bebê precisa repousar para se adaptar à vida extrauterina. Depois disso, ele acordará com fome e poderá ser amamentado.

Durante este período de sono, o bebê se alimenta da própria gordura. Resultando na perda de cerca de 10% do peso, outro fato que você não deve se preocupar. Eles recuperam e engordam rápido!

E este é o sinal que seu neném está mamando bem, outra dúvida frequente das mulheres. É sempre bom lembrar que não existe “leite fraco” – já desmitificamos esse assunto AQUI. Sua dieta também deve permanecer a mesma da gravidez para não alterar a qualidade do leite e a saúde da criança.

 “Agora quero ser ‘mãe de segunda viagem’”

Muito legal sentir esse desejo, mas você vai ter que esperar um pouquinho: no mínimo 6 meses após o parto. Acontece que quando a mulher engravida, a amamentação é interrompida. Ou seja, pode prejudicar o 1º filho.

Retorno à vida sexual

De novo, você vai ter que esperar um pouco. Pelo menos uns 40 dias depois de dar à luz. Até lá, o útero ainda está em estado de regressão, isso é, voltando ao seu tamanho original. É comum que a mulher tenha sangramentos durante esse tempo também e a abstinência sexual é recomendada para evitar infecções. Mesmo um pouco depois da quarentena, a mulher ainda não deverá ter muito libido. Ou seja, os hormônios se estabilizam depois de 6 meses.

 Queda de cabelo

Ainda nessas mudanças hormonais, a queda acentuada de seus cabelos depois de alguns meses do nascimento da criança também é comum. Até a normatização hormonal no segundo semestre, recomenda-se o uso de xampu neutro. Entretanto, como este é um tema caro às mulheres, Mama preparou um mini artigo só para este tópico. Confira AQUI.

Qual a melhor posição para o bebê dormir?

Essa é uma das perguntas mais frequentes entre as mães de primeira viagem! De barriga pra cima sempre. Segundo alguns estudos, qualquer outra posição pode acarretar a síndrome da morte súbita. Quando o bebê for capaz de se virar sozinho na cama, aí ele poderá ficar em posições diferentes.

“Meu bebê costuma espirrar quando vou trocar a roupa dele. É normal?”

Sim, é. Nessa hora, a temperatura do corpo dele cai um pouco, fazendo-o espirrar.

“Ele já sai vacinado do hospital?”

Normalmente são aplicadas as doses da BCG, contra a tuberculose e hepatite B. Mas é sempre bom verificar e perguntar se está tudo certinho.

O momento certo para o bebê passear

Dúvida frequente das mães de primeira viagem: quando posso sair com meu filho pelas ruas. Os dois primeiros meses de vida é bom a criança ficar só em casa; eles servem para estabelecer um forte vínculo entre mãe e filho. Além disso, a pele da criança ainda é muito sensível e delicada – até mesmo o protetor solar só é recomendado após seis meses de vida.

Essas são as dúvidas mais frequentes entre as mamães de primeira viagem. Muito provavelmente você deve ter as suas particulares. Portanto, não deixe de nos escrever, seja via comentário ou inbox.

Fique ligada em Mama para mais informações sobre saúde gestacional e neonatal.

O que levar para a maternidade no dia do parto? 1024 184 admin

O que levar para a maternidade no dia do parto?

Essa é uma dúvida que sempre surge quando o dia do parto está chegando. Como é melhor prevenir do que remediar, Mãe Que Ama resolveu trazer pra você dicas do que pode ser útil no grande dia de dar à luz ao seu baby.

A melhor coisa a fazer primeiro é uma lista. Pode ser a mão, ou escrever no computador e imprimir, mas é importante tê-la para certificação de que está tudo certo. Tipo dando um sinalzinho de “check” (✔) ao lado de cada item, sabe?

Vamos aos itens, então:

MALA DA MÃE NO DIA DO PARTO

  • Camisolas ou pijamas com abertura na frente
    Essas roupas são para facilitar a amamentação. Leve, ao menos, 3 trocas – elas podem se sujar com sangramentos pós-parto.
  • Roupas íntimas confortáveis
    Muito importante também, afinal, o parto não é conhecido por ser uma coisa “meeega” agradável, né? Logo, dê preferência para calcinhas e sutiãs que você já sabe e tem certeza de seu conforto. Seja parto normal ou cesárea, você vai precisar de absorventes enormes. Leve umas 5 mudas.
  • Roupas confortáveis de ficar em casa.
    Robes ou penhoares são opções confortáveis e interessantes para levar para o hospital, pois, você também deve receber visitas e precisar se deslocar pelos corredores.
  • Pantufas, chinelos e sandálias de dedo
    Mais conforto, por favor.
  • Meias e mantas quentes
    Para assegurar-se de que não vai passar frio.
  • Sutiãs e almofadas especiais para amamentação
    Recomenda-se, igualmente, creme de lanolina para mamilos sensíveis.
  • Artigos de higiene pessoal e cosméticos
    Aqui vale tudo: escova, pasta de dente, pente, xampu, condicionador, sabonete e etc. A maternidade pode até oferecer esses itens, porém, você preferirá os produtos que já usa normalmente. Pode levar também um batom, pois não vão faltar pessoas querendo registrar o momento 😀
  • Absorventes
    Os sangramentos são normais depois de se ter um filho, seja ele de cesariana ou não. Absorvente é outra coisa que os hospitais podem oferecer, mas leve pelo menos uma embalagem do tipo noturno só por precaução.
  • Lista com os números de pessoas importantes
    Claro que talvez você já tenha isso em seu celular ou do seu cônjuge, mas é sempre bom lembrar que algumas pessoas devem ser avisadas que “a hora chegou”.
  • Livros e revistas
    Excelentes opções para passar o tempo ocioso.
  • Hidratante labial
  • Arquivo/notas de hospital
  • Carteira do plano de saúde (se tiver)
  • Outros documentos pessoais

E, caso tenha, plano de parto.

MALA DO BEBÊ PARA O DIA DO PARTO

Os seguintes itens são bons levar cerca de meia dúzia cada só pra garantir o melhor e que nada
falte, seja qual for a situação.

  • Macacões tamanho RN
  • Bodies ou camisas tipo pagão
  • Calças com pé (mijão)
  • Paninhos de boca
  • Pares de meias

Também é bom levar uma manta de algodão e um casaquinho de lã (melhor aqueles com botões na frente e que não tenham que passar pela cabeça). Essa preocupação deriva do aconselhamento médico de que é preciso manter os bebês aquecidos depois que saíram do útero. Então gorrinhos e luvinhas podem ser bem-vindos.

Na dúvida, não hesite ao pedir informações às enfermeiras na hora das primeiras mudas de roupas. Verifique também se sua maternidade fornece fraldas. Se não, leve algumas dezenas do tamanho recém-nascido.

É bom fazer essas malas por volta da 36ª ou 37ª semana de gestação. Assim você tem menos coisas para pensar na (normalmente tensa) hora da chegada. Dica: lave tudo muito bem antes com sabão neutro ou de coco.

Gostou? A gente espera ter ajudado um pouco você a se preparar nessa época tão importante na vida de qualquer mulher.

Qualquer dúvida, pode comentar que esse espaço é pra você!

#MãeQueama

Entenda a mudança na cor dos olhos do bebê 1024 184 admin

Entenda a mudança na cor dos olhos do bebê

Já repararam como quase todo bebê tem olhos claros? Realmente é bem comum. Mas tão comum quanto é o fato da cor dos olhos escurecerem dentro de alguns meses. Que o digam os pais que ficaram super empolgados/surpresos com a cor clara, mesmo os dois tendo cor escura nos olhos.

Como acontece a mudança de cor dos olhos?

Acontece que a melanina dá cor aos nossos olhos, pele e cabelo, não é produzida muito na região ocular enquanto o bebê está no útero. Em alguns casos se quer é produzida nesse período. E é justamente a quantidade desse pigmento na íris que vai determinar a cor dos olhos – a genética é responsável por essa quantidade e distribuição.

Após o nascimento, a exposição à luz estimula a produção da melanina. Embora ela seja o principal fator da mudança de cor, não é exclusivo – na verdade, o único pigmento que temos no olho é castanho, sendo a variação da quantidade dessa cor que vai ditar a tonalidade dos olhos de fato. Não só os genes dos pais influenciam, mas toda a árvore genealógica. Se houver traços de olhos claros na família, a criança pode adquirir e manter a cor permanentemente. Por isso se o bebê já nasce com os olhos castanhos a cor não vai mudar, pois, ele já nasceu com a quantidade correta de melanina determinada pelo DNA.

No caso das crianças cujo os olhos mudam, isso ocorre entre os 6 e 9 meses de vida. Mas a mudança não acontece do dia pra noite. Ela é gradual e você tem que prestar muita atenção para reparar nas diferenças. Quando a criança completa um ano de idade ela já deve ter a cor dos olhos definitivas. Tudo isso sem prejuízo ao bebê. Entretanto, se apenas a cor de UM olho mudar (o que é raríssimo) ou você reparar um embaçamento, procure por um oftalmologista ou pediatra.

Para mais informações sobre saúde gestacional ou neonatal, continue a seguir o nosso portal. Tem alguma dúvida ou sugestão de pauta? Queremos te ouvir! Escreva um comentário ou entre em contato por inbox nas redes sociais.

Até a próxima 😉

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Como é a gravidez de uma mulher soropositiva? 1024 184 admin

Como é a gravidez de uma mulher soropositiva?

Gravidez soropositiva, como é essa gestação? Infelizmente, portadores do vírus HIV/AIDS ainda são estigmatizados socialmente. Isso acarreta um fardo a mais a essas pessoas além da própria doença que, apesar dos progressos nos últimos anos, possui efeitos colaterais e requer cuidados especiais.

No caso de mulheres soropositivas que têm o desejo de engravidar, alguns cuidados devem ser tomados. Seguindo as orientações médicas direitinho, as chances da chamada transmissão vertical, ou seja, de mãe para filho, são mínimas.

No geral, a mãe deve usar remédios antirretrovirais combinados com o recém-nascido, o parto cesáreo e a não amamentação. Infelizmente, o leite materno carrega o vírus, mas o SUS fornece o substituto (fórmula infantil) até os 6 meses de vida. Esse prazo também pode ser estendido até 12 meses em alguns estados. Em adição, a mãe pode recorrer a bancos de leite. Sem qualquer cuidado, no entanto, as chances de a criança ser infectada sobem drasticamente.

Qual tipo de parto é o mais recomendando durante uma gravidez soropositiva?

Conforme o Ministério da Saúde, o tipo de parto recomendado depende do estado de saúde materno. Se, após a 34ª semana, a carga viral é igual ou maior que 1000 cópias/ml de sangue o mais indicado é a cesariana eletiva; aquela realizada antes de começar o trabalho de parto, portanto, sem o rompimento da bolsa. Normalmente, ela é marcada para a 38ª semana.

As gestantes que chegam à maternidade em trabalho de parto e/ou não fizeram o tratamento no pré-natal, o médico irá avaliar, caso a caso, a melhor forma de proceder o parto. Ele vai levar em consideração a fase e o tempo previsto para os procedimentos de cada um, assim como a probabilidade de complicações. Isso ainda se o trabalho de parto estiver acelerado ou não. Tudo é levantado para os profissionais de saúde tomarem decisões acertadas.

Durante o parto toda grávida soropositiva deve receber AZT na veia do começo do trabalho de parto até o nascimento da criança. Para cesáreas, o consumo do medicamento será feito 3 horas antes da cirurgia até o nascimento.

O recém-nascido também precisa do AZT das primeiras duas horas de vida às próximas 6 semanas, além do acompanhamento em serviço de referência para crianças expostas ao vírus. A alta da maternidade deve ser feita com consulta marcada para esse acompanhamento da criança. E a data não deve ser superior a 30 dias a partir da data de nascimento.

Para mais informações de saúde gestacional e neonatal, continue a acompanhar nosso site e redes sociais. Ficou com alguma dúvida? Comente ou mande diretamente no e-mail.

Queremos te ouvir! 😉

O que são malformações fetais? 1024 184 admin

O que são malformações fetais?

Malformações fetais, também conhecida como malformação congênita, é um defeito na formação de um órgão (ou parte dele), ou mesmo de uma área maior do corpo do bebê ainda durante a gravidez.

Devido aos seus males físicos e mentais que podem acometer a criança, comprometendo seu desenvolvimento e distanciando-a de uma vida normal, essas deformações são bem temidas pelos pais. Mas, felizmente, os casos de malformações não superam 1% dos nascimentos.

Cerca de metade das malformações fetais tem origem desconhecida, apesar dos avanços médicos. Sabe-se que por volta de ¼ se deve a defeitos cromossomiais com base genética e menos de 10% são de fatores externos como ambiente ou exposição a químicas.

Quais as malformações fetais mais comuns?

  • Má formação cardíaca
  • Medula espinhal
  • Malformação do crânio
  • Sistema urinário
  • Sistema digestivo, entre outros

A maioria delas podem ser identificadas na gestação através da ultrassonografia. Ela é capaz de identificar hidropisia fetal, anomalia do septo cardíaco, problemas com a saída do fluxo, hidrocefalia, obstruções do trato urinário, cistos renais, obstrução intestinal, anomalias na parede abdominal e hérnia diafragmática, por exemplo.

Uma das deformações mais comuns é o lábio leporino, também chamado de fenda palatina, que é detectado por um ultrassom especializado no segundo trimestre de gravidez. Claro que o médico, se julgar necessário, pode pedir mais exames tais como ecocardiograma fetal, tomografia fetal e exames que identifiquem alterações genéticas como o cariótipo fetal com punção do cordão umbilical.

Confirmando o diagnóstico de formação irregular, intervenção cirúrgica corretiva é quase certo. Entretanto, algumas tem solução. E, embora seja impossível prevenir a maioria dos tipos de malformação, você pode fazer algumas coisas para o seu bebê nascer saudável.

Uma delas é abolir completamente o álcool e qualquer tipo de fumo (mesmo o passivo). Além de não usar drogas e remédios, salvo as prescrições dadas rigorosamente por seu médico. Outra dica muito importante é a ingestão do ácido fólico, objeto de outro artigo que você pode conferir aqui.

Você chegou a ter contato com uma criança com alguma má formação? Divida sua experiência com a gente e nossa audiência através dos comentários!

Até a próxima 😉

Veja mais sobre o pré e neonatal na sessão Saúde Gestacional.

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Silicone e amamentação: entenda melhor essa relação 1024 184 admin

Silicone e amamentação: entenda melhor essa relação

O silicone atrapalha a amamentação?

É relativamente comum uma mulher estar insatisfeita com alguma parte do seu corpo e correr atrás para mudar. Hoje em dia existem diversos tipos de recursos para modificar o corpo. No caso dos seios, o procedimento mais comum é a mamoplastia de aumento, onde uma prótese de silicone é implantada através de uma cirurgia.

Porém, a dúvida sobre amamentação quase sempre vem junto com o desejo de colocar silicone. O que vai dentro do seio em si é uma bolsa de silicone médico cheia de gel e que pode variar de tamanho.

O próprio sistema imunológico do organismo reforça a proteção criando uma membrana que recobre toda a prótese, isolando-a do resto do corpo.

Ela é alocada atrás da glândula mamária ou do músculo, como podemos conferir na imagem abaixo:

 

Como é feita a cirurgia?

Somente o tamanho e o formato da mama são alterados, não a estrutura. Isso significa que o silicone não altera em nada a eventual amamentação por parte da mulher. Normalmente o silicone é introduzido através da axila ou da parte inferior do seio. Ele é trocado a cada 10 anos por uma prótese nova e mais moderna.

Entretanto, se você tem o desejo de colocar silicone mas engravidou, é recomentado esperar pelo menos 6 meses. Isso porque, como qualquer outro procedimento cirúrgico, a paciente tem que tomar vários remédios que podem não ser bons à criança.

Fora que a gravidez altera o corpo da mulher, hormônios são criados e todo o corpo se prepara para receber aquela nova vida. Um semestre de desmame é o que o organismo precisa para voltar a níveis pré-gravídico. Estando normal, o silicone pode ser colocado tranquilamente.

Este artigo esclareceu todas as suas dúvidas? Você quer perguntar alguma coisa? Deixe um comentário que #Mama vai procurar responder o mais rápido possível sempre!

E continue conosco para se informar cada vez mais sobre saúde neonatal e gestacional.

Vamos já acabar com algo que não existe: leite materno fraco 1024 184 admin

Vamos já acabar com algo que não existe: leite materno fraco

Isso mesmo, leite materno fraco não existe. Há décadas temos a difusão do mito que o leite da mulher pode ser fraco e não conter tudo o que o bebê necessita. Entretanto, essa crença precisa ser revertida porque fazer a mulher acreditar nisso pode ser danoso a ela e ao neném.

Muito tempo atrás, quando tínhamos conhecimentos infinitamente menores, a sociedade pensava que a quantidade da produção do leite dependia só da mulher.

Hoje se sabe que essa variação ocorre de acordo com o apetite do bebê: é ele que acaba conduzindo a produção. Enquanto ele mamar, o corpo feminino irá produzir. Por exemplo, se o bebê está com muita fome e mama bastante, a produção sobe para suprir aquela nova demanda. Caso contrário, a criação do leite pela mulher se dará de forma mais lenta, sempre em equilíbrio com o que é necessário. E como já foi dito AQUI, até os 6 meses de vida a criança não precisa de mais nada além do leite.

Talvez um fator colaborador para esse mito é que se você retirar um pouco de leite do seio antes da mamada, vai reparar que ele é ralinho/aguado e claro se comparado com uma amostra retirada após a amamentação. Isso nada mais é do que uma prova que a natureza é incrível! Propositalmente, o começo do leite que a criança ingere é pobre em gordura, mas rico em açúcar e água.

Esse início de leite serve pra matar a sede. Depois o leite vai ficando mais gorduroso e escuro, o que alimenta e engorda a criança. Isso ocorre naturalmente ao longo da amamentação e você pode fazer o teste. Basta tirar uma amostra antes e outra depois de amamentar e comparar as duas para ver a diferença.

O único jeito do leite materno ser insuficiente pra criança é sob essas condições:

  • Um bebê que não mama o suficiente (por exemplo, se o bebê está doente, cheio de água com açúcar ou chazinho ou tomou mamadeira);
  • Um bebê que mama, mas incorretamente (por exemplo, se o bebê posiciona a língua incorretamente porque acostumou-se com chupetas ou mamadeiras, ou está fraco porque tem perdido muito peso ou devido a um problema neurológico);
  • Um bebê que não é permitido mamar em livre demanda, porque as pessoas querem alimentá-lo em horários rígidos ou entretê-lo com uma chupeta quando ele mostra sinais de fome.

Por isso não deixe de amamentar seu filho e siga as recomendações médicas. Não existe outro tipo de leite materno senão o Forte 😉

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Zika Vírus e a microcefalia 1024 184 admin

Zika Vírus e a microcefalia

Qual a relação entre o Zika Vírus e a microcefalia?

Mesmo no inverno, algumas regiões do Brasil, principalmente as mais próximas às zonas equatoriais, demonstram temperaturas acima de 30 graus. Esse cenário contribui para permanência do mosquito transmissor.

Segundo o Ministério da Saúde, em 2016, o Aedes Aegypti – o famoso mosquito da Dengue, e agora também do Zika Vírus e Chikungunya – deixou de ser um problema apenas em épocas de verão, e podemos observar incidência em todas as épocas do ano. Assim, é necessário atenção.

Ainda não há consenso médico sobre a relação de infecção (Zika Vírus) com a microcefalia, mas a prevenção continua sendo o melhor remédio.

Hoje, Mama traz 5 fatos sobre a relação de Zika Vírus e microcefalia:

      1. Especula-se o risco de poder causar má formação congênita.

Ainda não é 100% comprovado, mas alguns especialistas indicam que o Zika pode gerar uma má formação congênita no cérebro da criança infectada durante o 1º trimestre de gestação.

      2. Os sintomas podem não aparecer.

O Zika Vírus pode não apresentar sintomas. Por isso, frequente suas consultas regularmente durante o pré-natal e atente-se aos exames.

      3. E se aparecerem, podem ser sutis.

Os sintomas (se aparecerem) são sutis. Geralmente se revelam como sintomas genéricos, que muitas vezes surgem em outras doenças, como gripes e resfriados. Dores nas articulações, olhos e músculos, fadiga, perda de apetite, calafrios, dores de cabeça, entre outros.

      4. Existem hipóteses que infecções no primeiro trimestre de gravidez podem ser mais sérias.

Estudos realizados na Paraíba pelo Ministério da Saúde em conjunto do Centro de Controle e Prevenção de Doenças Transmissíveis dos Estados Unidos,  apontam que o maior risco para os bebês é quando a mãe é infectada no primeiro trimestre de gravidez, mas pesquisas recentes levantaram relatos que é possível a contaminação mesmo após o primeiro trimestre, como relata Marcos Pivetta em seu artigo à Fundação de Amparo a Pesquisa de São Paulo (FAPESP):

“[…]A placenta humana é mais sensível à infecção pelo vírus nos três primeiros meses de gravidez. Nessa fase, a placenta (que carrega o material genético do feto) ainda não apresenta todas a defesas imunológicas e produz proteínas que estimulam a adesão e a entrada do agente infeccioso nas células do bebê em formação.[…]”

A matéria completa pode ser lida aqui.

      5. Os pais também podem transmitir para os filhos

Uma pesquisa feita no início de 2017 também, pelos CDC dos Estados Unidos indica que o pai também pode ser transmissor de Zika Vírus, pois a infecção se aloja no sémen.

Quer mais dicas e informações sobre saúde gestacional e de seu filho? Curta nossa página nas redes sociais e acompanhe nossos artigos diariamente.

Até a próxima!

Benefícios da gravidez para o corpo 1024 184 admin

Benefícios da gravidez para o corpo

O período gestacional é um momento de muitas alegrias e mudanças da gravidez para o corpo. No entanto, algumas mulheres sofrem certo pânico com relação à seu próprio corpo por conta das grandes mudanças em um curto período de tempo.

Mas com a dedicação e compromisso com alimentação e exercícios, as grávidas podem se sentir revigoradas, aproveitando os benefícios da gravidez para o corpo trazidos durante esse período único. Mas quais são esses benefícios para o corpo e mente? Nós listamos a seguir.

Confira 7 benefícios da gravidez para o corpo

Unhas e cabelos mais fortes

É bem comum algumas mães comentarem que seus cabelos cresceram mais e ficaram mais fortes durante a gravidez!

O BabyCenter, um dos maiores portais de informações para mães e grávidas no mundo, afirma que não é regra essa melhora nos folículos, mas durante a gravidez, a produção de hormônios aumenta. Isso contribui para que o cabelo permaneça na fase anágena (fase de crescimento). Assim, eles se quebram e caem com menos frequência, além de ficarem mais fortes e grossos, dando a impressão de que cresceram mais.

Entretanto, outras mães podem experimentar uma queda de cabelo mais acentuada.

Rejuvenescimento

A retenção de líquidos contribui para uma aparência mais jovem, como afirma Natalia Ayres em seu artigo para o portal Minha Vida. O corpo, apesar de inchado, fica rico em hormônio estrógeno que melhora o colágeno e textura  da pele, além de melhorar a oleosidade, que garante uma aparência mais jovem.

Seios maiores

Por conta do início da produção de leite e pela retenção de líquidos, o tamanho dos seios pode aumentar. Esse fator pode ser importante para a autoestima da mulher. No entanto, busque por novas roupas íntimas a fim de esse crescimento não afetar sua posição corporal, evitando possíveis dores na coluna.

Aumento do desejo sexual

O excesso dos hormônios estrógeno e progesterona durante a gestação é responsável pelo aumento da libido. Dessa maneira, seu desejo sexual pode aumentar bastante nesse período. Outro benefício é o aumento de sensibilidade vaginal. Como a região é permeada de vasos sanguíneos, a preparação para o momento do parto a deixa muito mais irrigada e sensível, facilitando o orgasmo.

Nada de tensão, nem menstruação.

A maioria das mulheres considera esse o melhor dos benefícios. Durante a gestação, os ciclos menstruais são interrompidos. No entanto, algumas mulheres ainda sentem certos desconfortos e cólicas por conta do crescimento do útero. Outro ponto dessa questão é que a menstruação não costuma voltar tão rapidamente após o nascimento do bebê. Isso oferece alguns meses sem o desconforto mesmo não estando mais grávida.

Sono melhorado

Existe uma nova vida se formando dentro de seu corpo. E isso consome energia! Seu organismo é responsável por gerar todos os nutrientes para alimentar esse crescimento. Por isso é normal se sentir cansada, principalmente no primeiro e último trimestre da gestação. Escute o pedido do seu corpo para tirar longos cochilos sempre que puder e enquanto o crescimento da barriga não for suficiente para deixá-la desconfortável.

Paladar Aguçado

Sabe aquela tradição de que grávidas têm desejos estranhos? Pois é, seu bebê não irá nascer com cara de couve-flor, mas esse desejo repentino é real! Esse fator está ligado à mudança no olfato: ele fica mais sensível, o que aumenta o paladar, consequentemente.

Aproveite esse momento único da sua vida. Apesar de tudo, a gestação também traz benefícios – muito além dos quais você imagina!

Você já passou pela gravidez? Por que você não comenta aqui como foi a sua experiência? Isso pode ajudar outras gestantes também 😉

Até a próxima 😉

Veja mais sobre o pré e neonatal na sessão Saúde Gestacional.

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#PezinhoNoFuturo: entrevista especial 1024 184 admin

#PezinhoNoFuturo: entrevista especial

Laura e Afonso lutam pela divulgação da importância do teste do pezinho ampliado

Embora o SUS do DF forneça essa modalidade do Teste, a entrega do resultado pela clínica seria mais rápida.

Conheça Alice

Alice nasceu em uma maternidade particular do Distrito Federal em maio deste ano. Seus pais, Laura Corrêa de Barros e Afonso Valladão de Avelar, foram aconselhados a levá-la a uma clínica particular para efetuar o Teste do Pezinho Ampliado.

Desde o nascimento, Alice apresentava sinais de mal-estar. Nada do resultado do Teste do Pezinho Ampliado chegar e nada da maternidade identificar o que se passava com Alice. O quadro de Alice só piorou, até que seus pais decidiram transferi-la para São Paulo, onde as providências adequadas foram finalmente tomadas.

Alice é portadora de ASA, uma síndrome que a impede de produzir uma enzima responsável por transformar certo aminoácido do leite em energia. Ela vem lutando pela vida desde que chegou ao mundo, assim como sua família e uma grande corrente solidária de pessoas e empresas.

Sua história despertou em Laura e Afonso a vontade de que a justiça seja feita a todos os bebês e famílias lesadas pelo acesso restrito ao Teste do Pezinho Ampliado e, acima de tudo, pela demora na entrega dos resultados. O Portal Mãe que Ama entrou em contato com Laura e Afonso para uma entrevista exclusiva.

Confira a entrevista

Mama: A rede pública do DF garante que faz o Teste  do pezinho Ampliado. Vocês recorreram ao SUS?
Laura e Afonso: Não. Na maternidade, nos orientaram a procurar um laboratório particular para fazer o Teste do Pezinho. Ainda mais importante do que a realização do Teste é a entrega do resultado: a previsão, no laboratório particular, era de oito dias. Não sabemos qual a previsão na rede pública do DF.

Já escutamos de resultados entregues seis meses depois. No caso da nossa filha Alice, o quadro dela se agravou em poucos dias de vida. Ou seja, ela poderia já estar morta quando entregue o resultado. Principalmente se não tivéssemos providenciado a ela a assistência necessária e urgente.

M: Vocês pediram satisfação na maternidade do porquê de não indicarem o SUS em vez de uma clínica particular? A clínica efetuou o Teste Simples?
L&A: Não tivemos sequer a chance de pedir satisfação à maternidade. O resultado do Teste só saiu após a nossa filha ter sido transferida a um hospital em São Paulo . O Teste realizado foi o Expandido.

M: Na primeira noite, Alice já apresentava sintomas. A maternidade chegou a averiguar? Ou só quando retornaram, depois da alta?
L&A: Na maternidade, não chegaram a averiguar. No início do segundo dia de vida, nossa filha recebeu fórmula, pois achavam que ela chorava de fome. Contudo, hoje sabemos que isso só contribuiu para agravar o quadro, já que falta na nossa filha uma enzima necessária para metabolizar a proteína da fórmula.

No último dia da maternidade, tentaram dar novamente a fórmula, mas ela cuspiu fora e decidiram não forçar. Como ela permanecia chorando quando foi para casa, voltamos com ela para o hospital. No hospital disseram que ela poderia estar em adaptação ou com cólica e disseram para dar paracetamol. Fomos para casa, mas, no dia seguinte, voltamos novamente e ela foi internada.

Disseram que ela estava desidratada e com baixa ingesta, mesmo sem os sinais clínicos disso. Durante a internação, ignoraram nossas queixas de que ela não melhorava e nossos pedidos por mais exames, pois disseram que não havia indicação clínica. Ou seja, mesmo após a alta, não chegaram a averiguar. Só fizeram alguns exames após nós termos tomado a decisão de transferi-la para São Paulo.

M: Só em São Paulo verificaram os níveis de amônia?
L&A: Sim, só em São Paulo os níveis de amônia da Alice foram verificados.

M: O SUS cobre alguma parte do tratamento de Alice?
L&A: Atualmente, o SUS não está cobrindo nenhum tratamento da nossa filha. Tivemos que desembolsar um valor alto para realizar a transferência e a internação dela em São Paulo. Porém, os custos hospitalares estão atualmente sendo cobertos pelo plano de saúde, por força de liminar judicial. Contudo, como ela precisará de transplante hepático, caso o plano de saúde se recuse a cobrir, recorrer ao SUS é uma possibilidade real.

M: Como ela está agora?
L&A: Após passar por diálise e sofrer três paradas cardiorrespiratórias, nossa filha Alice saiu do coma causado pela amônia. Os exames acusam a presença de lesões cerebrais cujos efeitos só serão revelados com o tempo. Ela está tomando medicação anticonvulsivante, pois os testes mostram descargas epiléticas.

Alice segue internada, pois é necessário acertar a dieta especial e a medicação para evitar que a amônia suba novamente e para que ela ganhe o peso necessário para a realização do transplante hepático. Infelizmente, a dieta e a medicação das quais ela necessita não são fornecidas pelo governo e possuem custos muito altos e/ou precisam ser importadas.

M: Quais as expectativas dos médicos para a saúde dela de agora em diante?
L&A: A expectativa é estabilizar o quadro dela para que ela seja submetida ao transplante hepático em situação de menor risco, mas ainda não foi descartada a hipótese de antecipar o transplante, o que nos deixa bastante apreensivos.

M: Como as pessoas estão ajudando sua família?
L&A: Recebemos ajuda de todas as formas. Algumas pessoas fizeram doações, outras nos enviaram ou nos trouxeram latas das fórmulas especiais adquiridas em outros países, outras ajudaram no transporte e na liberação dessas fórmulas e de medicamentos junto aos órgãos competentes, outras nos ajudam com orações.

Ficamos muito comovidos com toda essa rede de solidariedade que foi formada para ajudar a nossa pequena Alice e somos eternamente gratos àqueles que nos têm ajudado.

M: Vocês tomaram alguma providência legal contra algum estabelecimento?
L&A: Sim, nós temos uma liminar que determina a cobertura dos custos de internação pelo plano de saúde. Contudo, o que gastamos com a transferência, os honorários médicos, a fórmula especial e a medicação não está coberto. Outras medidas judiciais serão adotadas perante os órgãos e instituições para garantir o que for necessário para a sobrevivência da Alice.

M: Vocês já iniciaram a campanha pela ampliação do Teste?
L&A: A nossa campanha é não apenas pela ampliação do Teste, mas para que o resultado seja entregue rápido – antes mesmo da alta da maternidade.

Nosso objetivo maior é impedir que outros pais passem pelo que passamos. No momento, a campanha só foi iniciada pela divulgação do caso da Alice por entrevistas e pelas redes sociais, mas, quando ela estiver melhor, vamos progredir nessa campanha.

Afonso e sua mãe, avó de Alice, Patrícia Valladão, organizaram uma vaquinha online para angariar fundos que possam ajudar a custear os tratamentos de Alice. Se você deseja contribuir com a vaquinha, você pode acessá-la no site GOfundme e também nesse link.

#PezinhoNoFuturo

Até a próxima 😉

Veja mais sobre o assunto na sessão: Recém-nascido ou Saúde do Bebê .

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